Na capital catalã, onde lançará o livro “Por que lutamos?”, a jornalista brasileira participará de ato organizado pelas “Mulheres brasileiras contra o Fascismo”. Primeiro evento será nesta terça (03), em Madri

Na passagem pela Espanha, onde lançará esta semana o livro “Por que lutamos? (Editora Planeta, 2019)”, a jornalista brasileira Manuela d’Ávila (PCdoB) vai falar sobre um tema que têm sensibilizado os movimento de mulheres em todo o mundo: a luta contra o fascismo. Após passar por Madri nesta terça (03), onde fará apresentação da edição na Sala Mirador, a partir das 19h, seguirá para Barcelona. Na capital catalã, a convite do grupo Mulheres Brasileiras contra o Fascismo tratará sobre “A luta unitária feminista contra o fascismo”, em evento na quarta-feira (04), Capella de la Misericòrdia (Carrer montalegre, 4, Raval), a partir das 19h.

Em Barcelona, Manuela lançará livro “Por que lutamos?” em ato organizado pelas Mulheres Brasileiras contra o Fascismo

Em Madri, o evento será apresentado pelo deputado congressista Gerardo Pisarello (Em comum Podemos/Barcelona) e terá a edição comentada por quatro mulheres. São elas Isabel Franco, Rita Bosaho, Gabriela Brochner e Maria Dantas, essa última brasileira com assento no parlamento espanhol por Esquerda Republicana da Catalunha. A moderação ficará a cargo de Maria Darlene Batista.

Nesta terça-feira (03), Manuela participará de evento em Madri

Em Barcelona, contará na plateia com militantes de diversos movimentos sociais que já confirmaram presença à plataforma Mulheres Brasileiras contra o fascismo. No seu perfil no Twitter, Manuela fez um post anunciando os dois eventos. É esperada grande participação de integrantes de coletivos femininos que atuam em defesa dos direitos humanos. Para os dois atos, a entrada é limitada, por isso se está solicitando inscrição por parte dos organizadores.

Lançado ano passado, “Por que lutamos?” é apresentado como “um livro sobre feminismo através do olhar amoroso, da acolhida generosa, do entendimento de que este é um assunto de todas, todos”. Escrito em tom de conversa, traz referências e sugere reflexões. “Não pretende ser uma bíblia do feminismo, mas sim, uma conversa, um abraço, um ponto de apoio, um boas-vindas pra quem acaba de chegar, um ‘que bom que você está aqui’ pra quem já anda cansada de lutar, segundo o texto.