Notícias tristes de Paris

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Na Europa já estamos nos primeiros minutos do sábado. Todas as atenções estão voltadas para Paris, onde o terrorismo atacou mais uma vez na noite da sexta-feira, 13. Desta vez em atentados simultâneos em várias áreas centrais e turísticas da capital francesa.

O número de mortos não para de crescer e deve aumentar até o amanhecer deste triste sábado, 14 de novembro. Até instantes estimavam-se 40, mas a polícia ainda contabiliza cadáveres e equipes especiais preparam-se para invadir a sala de espetáculos Bataclan, onde mais de 100 pessoas estão sendo feitas reféns.

Estima-se que os terroristas atuaram em ao menos seis locais ao mesmo tempo. Um deles foi no estádio onde acontecia a partida entre as seleções  da Alemanha e França, onde ocorreram explosões. Lá estava o presidente francês, François Hollande, que foi retirado às pressas do local e há pouco decretou estado de emergência e ordenou o fechamento das fronteiras.

Tudo indica que os atentados são obra de jihadistas, que no início do ano já deixaram um rastro de sangue no país com os ataques à revista Charles Hebdo e a um supermercado, com 17 mortos.

As autoridades francesas estão reunidas, enquanto o alerta na cidade é máximo e foi recomendado que ninguém saia de casa. Há rumores de tiroteios em outras áreas centrais, inclusive no metrô. Mas ainda não há notícias muito precisas, uma vez que o caos instalou-se na cidade.

Daqui de tão perto acompanho as notícias segundo a segundo e é difícil buscar o sono diante de tamanha atrocidade.

A Europa vive uma guerra sem precedentes contra o jihadismo, que capta e atrai soldados em todo continente para lutar em nome de uma causa insana. Apesar  de todo aparato de inteligência policial e efetivo de segurança dedicado à prevenção, parece incapaz de evitar eventos como estes.

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